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XPCM11

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Informações Gerais

XPCM11 Escritórios

XP Corporate Macaé

DESCRIÇÃO GERAL DO FUNDO

Escritóriospossui gestão PassivaInvestidores em Geral

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
R$ 200,9Mi
VALOR DE MERCADO
R$ 232,5Mi
P/VP
1,16
POSIÇÃO NO IFIX
44º de 92
PARTICIPAÇÃO NO IFIX
0,6%
DATA DE INÍCIO
11/Mar/2013
PRAZO
Indeterminado
QT DE COTISTAS
11.739
QT DE COTAS
2.414.570
ÁREA BRUTA LOCÁVEL 18.641 M² VACÂNCIA 0,0 % INADIMPLÊNCIA 0,0 % QUANTIDADE DE IMÓVEIS POR UF RJ1 QT DE COTISTAS 11.739 QT DE COTAS 2.414.570 PÚBLICO ALVO Investidores em Geral ADMINISTRAÇÃO DO FUNDO
Administrador Rio Bravo Investimentos Distribuidora De Titulos E Valores Mobiliarios Ltda
Gestor Xp Gestão De Recursos Ltda.
Auditor Ernst & Young Auditores Independentes S.s.
Análise do Administrador
TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO E PERFORMANCE
Taxa de Administração R$ 1,5 milhões/ano
Taxa de Performance R$ 0,00
Percentual sobre o PL do FII 0,73% a.a.
Custo Anual por Cota R$ 0,61
Estes foram os valores efetivamente recebidos pelo Administrador nos 4 últimos trimestres
CLASSIFICAÇÃO ANBIMA
mandato Renda
segmento Lajes Corporativas
gestão Passiva

Análise do Administrador

A análise abaixo foi elaborada pelo Administrador do Fundo e publicada no último Informe Anual
RESULTADO DO FUNDO NO ÚLTIMO EXERCÍCIO

O Fundo gerou R$ 27,3 milhões de receita com locação de imóvel (R$ 26,8 milhões em 2017), locado 100% para a Petrobrás.

CONJUNTURA ECONÔMICA DO SEGMENTO DE ATUAÇÃO

O ano de 2018 foi marcado por uma recuperação mais gradual do que o esperado no início do ano.

A crise dos caminhoneiros e a incerteza eleitoral ajudaram a manter as condições financeiras restritivas, embora os fundamentos macroeconômicos tenham continuado a se consolidar.

A inflação terminou o ano em níveis historicamente baixos, terminando o ano em 3.74% a.a., ligeiramente abaixo da meta de 4.5%. A SELIC terminou o ano em 6.5% a.a., seu nível mais baixo desde o Plano Real, em 1994. O atual patamar da SELIC beneficia os Fundos Imobiliários, uma vez que investimentos em renda fixa se tornam menos atrativos, influenciando os investidores a migrarem seus investimentos para ativos de risco.Em relação ao Mercado Imobiliário, o ano de 2018 marcou o início da recuperação do setor, principalmente, nas regiões mais centrais do país.

Por exemplo, nas regiões centrais do mercado de escritórios corporativos de São Paulo – ou seja, Faria Lima, Vila Olímpia e Paulista –, a taxa de vacância já é de apenas um digito, conforme dados da consultoria Buildings.

Aliado à falta de terrenos disponíveis para construção nessas regiões, a relação oferta e demanda do setor é positiva para os proprietários.

Já quanto ao segmento de imóveis industriais e de logística em São Paulo, a taxa de vacância diminuiu em 2018, mas ainda se mantém em patamares superiores a 20%. Entretanto, ao olhar somente os imóveis até 30 km da capital, a taxa cai, ficando abaixo de 20%. A provável recuperação do poder de consumo da cidade e as mudanças que estamos observando no setor varejista, no qual novos players estão entrando no mercado brasileiro e o prazo para entrega dos produtos é cada vez menor, estimulam a instalação dessas empresas próximas à capital.Para os Fundos Imobiliários (FIIs), o ano foi de consolidação, de forma que tivemos o recorde histórico nos termos de liquidez, tamanho do mercado e número de investidores.

Em termos de rentabilidade, uma melhor análise é feita quando separamos o ano em três períodos.

O primeiro quadrimestre relevante para o segmento, comprovado pelo montante significativo de registros de novas ofertas, novos fundos no mercado e alta rentabilidade acumulada do IFIX, de 5,0% no período, equivalente a 15,6% ao ano.

Em maio de 2018, a greve dos caminhoneiros acabou expondo um país ainda muito fragilizado politicamente.

Devido a essas incertezas políticas, em apenas um mês, os Fundos caíram 5,3%, devolvendo toda rentabilidade acumulada no ano.

Porém, os fundamentos do mercado imobiliário não pareciam corroborar com essa queda tão abrupta.

Não à toa, logo após as eleições, com uma perspectiva positiva para a economia, os FIIs se recuperaram, atingindo rentabilidade de 5,6% em 2018.

PERSPECTIVA PARA O PERÍODO SEGUINTE

Para o ano de 2019 espera-se uma melhora econômica para o país, baseado, principalmente, na aprovação das reformas estruturais, principalmente a reforma da previdência.

Dessa forma, há indícios de que a atuação da política monetária continuará em terreno estimulativo, com a manutenção ou até mesmo queda da SELIC.Esse cenário é extremamente positivo para o mercado imobiliário, pois traz uma demanda que estava reprimida no país e assim, pode diminuir a taxa de vacância e gerar ao mesmo tempo valorização real nos aluguéis.

Portanto, de forma geral, os FIIs iniciam o ano de 2019 em um momento de recuperação, justificado, de um lado, pela intensificação da retomada do mercado imobiliário, principalmente nas regiões mais centrais, e, de outro, pela estabilidade política e econômica do país, espera-se que a consolidação do setor se mantenha crescente.

Patrimônio do FII XPCM11

ATIVO E PASSIVO
tipovalor
AtivoR$ 214,0 milhões
PassivoR$ 13,1 milhões
patrimônio LíquidoR$ 200,9 milhões
total mantido para liquidezR$ 5,1 milhões
PATRIMÔNIO INVESTIDO
subtipovalor
imóveis para aluguelR$ 206,4 milhões
outros fundosR$ 5,1 milhões
Imóveis Para Aluguel
nome do imóvelufmapaablunidadesvacância1inadimplência2pesoaluguel/m2receita mensal
Ed. The Corporate MacaéRJ18.641 m²10,00%0,0,0,0,00,00%0,0,0,0,099,25%R$ 133,0R$ 2,5Mi

Cotações e Mercado

$

Cotação Atual

Valor Data Variação 1 ano
R$ 96,30 14/Jun 6,47%
MENOR COT 12 MESES R$ 87,81 (23/Ago/2018)
MAIOR COT 12 MESES R$ 98,99 (12/Fev/2019)
1,16 P/VP 356 Negócios/dia R$ 625,5mil Volume/dia
R$ 0,00 Amort. 1 ano 16,33% Rentab. 1 ano

Rendimentos

Último Rendimento

Valor DY Data Base Data Pgmto
R$ 0,85 0,88% 31/Mai 14/Jun
R$ 9,86 Rend. Acum. 12 meses 10,24% DY 12 meses
R$ 0,82 Rend. médio 12 meses 0,85% DY Médio

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