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FISC11

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Informações Gerais Análise do Administrador Patrimônio do FII Cotações Rendimentos Comunicados Comentários Comparativo

Informações Gerais

FISC11 Escritórios

SC 401 Square Corporate

DESCRIÇÃO GERAL DO FUNDO

Escritóriospossui gestão AtivaInvestidores em Geral

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
R$ 202,6Mi
VALOR DE MERCADO
R$ 127,8Mi
P/VP
0,631
POSIÇÃO NO IFIX
Não Participa do IFIX
PARTICIPAÇÃO NO IFIX
DATA DE INÍCIO
25/Out/2010
PRAZO
Indeterminado
QT DE COTISTAS
68
QT DE COTAS
127.800
ÁREA BRUTA LOCÁVEL 108.305 M² VACÂNCIA 10,0 % INADIMPLÊNCIA 1,0 % QUANTIDADE DE IMÓVEIS POR UF SC1 QT DE COTISTAS 68 QT DE COTAS 127.800 PÚBLICO ALVO Investidores em Geral ADMINISTRAÇÃO DO FUNDO
Administrador Corretora Geral De Valores E Cambio Ltda
Gestor Geral Investimentos Gestão De Recursos S/s Ltda.
Auditor Confidor Auditores Associados
Análise do Administrador
TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO E PERFORMANCE
Taxa de Administração R$ 583,9 mil/ano
Taxa de Performance R$ 0,00
Percentual sobre o PL do FII 0,29% a.a.
Custo Anual por Cota R$ 4,57
Estes foram os valores efetivamente recebidos pelo Administrador, com base nos 4 últimos informes trimestrais
CLASSIFICAÇÃO ANBIMA
mandato Renda
segmento Lajes Corporativas
gestão Ativa

Análise do Administrador

A análise abaixo foi elaborada pelo Administrador do Fundo e publicada no último Informe Anual
RESULTADO DO FUNDO NO ÚLTIMO EXERCÍCIO

No exercício findo foi concluída a 2ª fase do Empreendimento SC 401 Torre Jurerê. As lojas e o estacionamento rotativo estão sendo locados.

CONJUNTURA ECONÔMICA DO SEGMENTO DE ATUAÇÃO

O ano de 2018 fechou no Brasil com a confiança em elevação e com fortes incertezas em relação ao desempenho da economia internacional.

Nessa evolução no ano, viu-se que no início de 2018, as expectativas eram bastante positivas em relação à economia mundial e brasileira.

Essas projeções acabaram não se confirmando ao longo do ano, em especial após a paralisação no setor de transportes e a consequente freada de uma economia já enfraquecida, e que tem crescido gradualmente.

O crescimento do PIB foi de 1,1% em 2018, de acordo com o IBGE.

No restante, viu-se que a economia brasileira terminou 2018 com: (i) a inflação abaixo da meta, o que é positivo; (ii) os indicadores do setor externo ainda positivos, algo bastante importante, dado um cenário de possível reversão do crescimento econômico mundial; (iii) os dados de emprego já melhoraram, mas aquém do que se desejaria para uma retomada mais consistente do crescimento da economia; (iv) a utilização da capacidade instalada abaixo da média histórica e dos melhores momentos de crescimento; (v) a taxa de juros no menor patamar da história, Selic igual a 6,5% ao ano; (vi) os indicadores fiscais preocupantes tanto do país quanto dos Estados; e (vii) a confiança em alta nos diversos setores.

Ademais, após a confirmação da vitória, o novo presidente começou a indicar os novos integrantes do governo e as propostas para a economia, sendo essas bem recebidas pelo mercado financeiro por serem de caráter mais liberal.

Isso gerou aumento da euforia internamente, sobretudo para os setor ligados a economia doméstica, relacionados com privatização, que teriam uma postura mais pró-mercado ou que teriam maior viés de baixa caso a atual oposição tivesse vencido as eleições, como é caso do setor financeiro.

Ou seja, o novo governo contava com o benefício da dúvida dos agentes econômicos, dado que conta com o apoio da maioria da população em diversos temas.

Em suma, viu-se que no geral as expectativas evoluíram positivamente, apesar do crescimento e do emprego abaixo do desejado em 2018. Na tabela a seguir é possível verificar que o mercado chegou a projetar crescimento de 2,89% do PIB em 2018 no mês de março, algo que após a greve dos caminhoneiros ficou ainda mais difícil.

Todavia, o ano terminou com as expectativas mais positivas em relação a nova administração da economia brasileira.

PERSPECTIVA PARA O PERÍODO SEGUINTE

A expectativa é de que com a retomada da economia, com crescimento estimado em 2,5%, com os juros baixos (Selic = 6,5% a.a.), na comparação histórica brasileira, e com o crédito e a confiança sendo retomados e a possibilidade aprovação das reformas, espera-se que haja continuidade do crescimento do setor em 2019. E nessa perspectiva já há na cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do Brasil, uma nova fase de expansão das incorporadoras aumentando a demanda por terrenos, sobretudo nos projetos destinado nas rendas média e alta.

Além dos fatores econômicos, ajustes em regras também tendem a ajudar o setor.

No fim de 2018, foi publicada a nova regulamentação dos distratos, pois caso o comprador desista da aquisição, será mais penalizado no ressarcimento do que no passado.

Conforme a lei sancionada pelo então presidente Michel Temer, as regras do distrato se tornaram mais claras e também mais duras, pois a desistência da compra de um imóvel por parte do consumidor quando ele está inadimplente ou porque desistiu por razões diversas, faz com que o ele tenha, sob forma de multa, 50% do montante pago retido.A nova regulamentação dos distratos, a melhora nos níveis de confiança, os patamares baixos de juros, impulsionarão os lançamentos em 2019. Acreditamos que nesse momento a demanda seguirá aquecida para imóveis como padrão mais elevado.Em conclusão, passado o período complicado da crise econômica brasileira e de retomada fraca de 2018, a expectativa é de continuidade da retomada em 2019, talvez não seja o ano mais forte observando um período de 5 anos a frente, mas que já tem perspectivas melhores do que o início dos últimos anos, especialmente de 2015 em diante.

Patrimônio do FII FISC11

ATIVO E PASSIVO
tipovalor
AtivoR$ 221,0 milhões
PassivoR$ 18,4 milhões
patrimônio LíquidoR$ 202,6 milhões
total mantido para liquidezR$ 265,1 mil
PATRIMÔNIO INVESTIDO
subtipovalor
imóveis para aluguelR$ 199,2 milhões
TerrenosR$ 1,7 milhões
outros fundosR$ 492,4 mil
Imóveis Para Aluguel
nome do imóvelufmapaablunidadesvacância1inadimplência2pesoaluguel/m2receita mensal
SC 401 Square CorporateSC108.305 m²3010,00%10,10,10,10,101,00%1,1,1,1,1100,00%R$ 4,0R$ 399,2mil

Cotação de FISC11

$
Cotação Atual R$ 1.000,00 (21/Dez/2018)
última cotação R$ 1.000,00 (21/Dez/2018)
MENOR COT 12 MESES R$ 1.000,00 (21/Dez/2018)
MAIOR COT 12 MESES R$ 1.000,00 (21/Dez/2018)
Cotação/VP 0,631

Rendimentos de FISC11

Último Rendimento
Valor DY Data
R$ 0,00 0,00% 15/Mar/2019
REND ACUM 12 MESES R$ 0,00 0,00%
REND médio 12 MESES R$ 0,00 0,00%
menor rend 12 MESES R$ 0,00 0,00%
maior rend 12 MESES R$ 0,00 0,00%

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